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Matrículas na Catequese

03/07/2020

Estão a decorrer até ao dia 31 de julho as matrículas para a Catequese (1.ª matrícula) na Unidade Pastoral Esposende Centro/Sul. As Fichas de Inscrição para a Primeira Matrícula da Catequese devem ser preenchidas clicando aqui.

As Renovações da Matrícula, para os outros anos, ficam adiadas para o mês de setembro.

Rio Tinto inaugurou Complexo Paroquial

21/07/2020

Angra: Professores de Educação Moral e Religiosa Católica estiveram «sempre em contacto» com alunos

17/06/2020

Disciplina tem 13 mil inscritos no arquipélago Angra do Heroísmo, Açores, 16 jun 2020 (Ecclesia) – O coordenador regional dos professores da disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), na Diocese de Angra, afirmou que o ano letivo 2019/2020 “foi difícil, mas correu muito bem”, com mais de 13 mil alunos. “Estivemos presentes, acompanhamos […]

Fonte: Angra: Professores de Educação Moral e Religiosa Católica estiveram «sempre em contacto» com alunos

Hora de ir recomeçando (2)

09/05/2020

Regresso às missas: igrejas com capacidade limitada e “distância mínima de segurança”

Já há orientações para o retomar, a 30 de Maio, das celebrações comunitárias das eucaristias e restantes sacramentos.

As normas da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), divulgadas no dia 8 de maio de 2020, incluem uma limitação do número de fiéis “de acordo com a dimensão” das igrejas, distanciamento entre pessoas e muitas outras regras detalhadas.

No documento de nove páginas, os bispos portugueses detalham as várias medidas de protecção, começando por convidar aqueles que não podem frequentar a igreja “à leitura orante da Palavra de Deus e à oração em suas casas”. Os bispos pedem também “aos fiéis que estão ou se sentem doentes” que não vão à missa e convidam todos os que pertencem a grupos de risco “a não frequentar a Missa dominical” e sim durante a semana, “em que há menos fiéis”.

Como forma de compensação de limitação do acesso às eucaristias nos casos em que os sacerdotes já a celebram o máximo de vezes que lhes é permitido, os bispos deixam a hipótese de oferta de celebrações “na ausência de presbítero” com distribuição de comunhão.

A Conferência Episcopal deixa ainda a sugestão: “para evitar que alguns fiéis sejam mandados embora ao chegar a uma igreja com a lotação já preenchida”, será possível recorrer à reserva e numeração dos lugares na igreja ou privilegiar-se, de forma rotativa, o acesso à igreja consoante “os diferentes lugares, povoações ou arruamentos de cada paróquia”.

Para além da afixação de cartazes a lembrar as regras de higiene e de distanciamento “em sítios bem visíveis”, a CEP determina a organização de “equipas de acolhimento e ordem” em cada paróquia para auxiliar os fiéis no cumprimento das normas de protecção. As pias de água benta vão continuar vazias.

Eucaristia com novas regras – antes, durante e depois
São várias as regras a cumprir ainda antes do início da eucaristia. As igrejas devem ter agora portas diferentes para a entrada e saída de pessoas assim como percursos sinalizados de sentido único “de modo a evitar que as pessoas se cruzem”.

À entrada, as portas devem estar abertas para evitar tocar nos puxadores ou maçanetas. Os fiéis devem limpar as mãos com um produto desinfectante que deve ser colocado à disposição e o cumprimento desta regra será verificado pelas pessoas a quem a paróquia confiar esta tarefa. O uso de máscara é obrigatório.

Dentro da igreja deve ainda ser observada uma “distância mínima de segurança” de forma a que cada pessoa tenha para si “um espaço mínimo de 4m2”, “barrando” o acesso a alguns bancos ou alternando as filas ou então através da marcação dos lugares “com cores ou outra sinalética”. Esta regra não se aplica, no entanto, a pessoas que vivam na mesma casa.

Os bispos portugueses sugerem ainda que, “sempre que a meteorologia o permita e haja espaços adequados”, se faça um “uso generoso” da possibilidade de celebrar ao ar livre, dando-se, nessas situações, prioridade às pessoas mais velhas nos lugares sentados.

A celebração das eucaristias pode desenrolar-se com “o número de acólitos adequado ao espaço existente no presbitério” para que as regras de distanciamento sejam cumpridas. A lógica é a mesma para a “dinamização musical” das eucaristias, que deve ser feita por “um número adequado de cantores, acompanhados de algum instrumento, de preferência o órgão”.

Os sacristãos, acólitos e outros colaboradores deverão estar equipados com máscaras e luvas descartáveis para manusear e limpar os utensílios litúrgicos. Os vasos sagrados e as oferendas não devem ser tocados por ninguém além do sacerdote e do diácono. Estes devem também desinfectar as mãos antes do ofertório e os ministros extraordinários da comunhão devem fazê-lo antes de a distribuir – algo que só podem fazer com o uso de máscara.

O momento da comunhão está ainda rodeado de outras regras: o cálice e a patena apenas devem ser destapados quando o celebrante pega neles para a consagração e as píxides devem manter-se fechadas. Já os fiéis devem, na procissão para a comunhão, continuar a respeitar o distanciamento aconselhado. Dois lugares antes de receberem a comunhão, ainda na fila, devem remover a máscara de acordo com as regras, desinfectar as mãos e, na sua vez, comungar na mão. Depois disso, devem desinfectar de novo as mãos antes de voltar ao seu lugar. A CEP pede, por isso, que cada fila de comungantes tenha dois postos de desinfecção.

Ainda na comunhão, é de notar que o diálogo individual – “Corpo de Cristo” seguido da resposta “Amen” – será pronunciado de forma colectiva logo a seguir à resposta “Senhor, eu não sou digno…”.

O gesto da paz – que é facultativo, lembram os bispos – mantém-se suspenso. Durante a missa também não deve ser distribuído qualquer “objecto ou papel” e os cestos para a recolha da colecta serão apresentados apenas à saída da igreja pela “equipa de ordem e acolhimento”.


No final, a mesma equipa deve abrir as portas de saída e os fiéis devem sair de forma ordeira – começando por quem está mais perto das portas de saída – e não se concentrar diante da igreja. As portas devem ficar abertas durante “pelo menos 30 minutos” após a missa e os “pontos de contacto” – vasos sagrados, livros litúrgicos, objectos, bancos, puxadores e maçanetas e instalações sanitárias – devem ser desinfectados.

Sacramentos têm orientações específicas para cumprir

As igrejas podem ficar abertas durante o dia para visitas individuais e todas as celebrações e sacramentos estão condicionados “ao escrupuloso cumprimento” das normas de higiene, distanciamento e “outras formas de protecção” prescritas pelas autoridades de saúde.

Para o sacramento da reconciliação, “para além das medidas gerais” como uso de máscara e desinfecção das mãos e superfícies, cada paróquia deve escolher “um espaço amplo que permita manter o distanciamento sem comprometer a confidencialidade e o inviolável sigilo sacramental”.

As celebrações de casamentos têm que cumprir as mesmas regras que a eucaristia dominical, assinalando-se que as alianças só devem ser tocadas pelos noivos.

Aos funerais aplicam-se os mesmos critérios e limitações da missa dominical, sendo que a liturgia exequial deve ser celebrada na igreja “e/ou” no cemitério.

Existem também regras específicas para o baptismo e para a iniciação cristã de adultos. Esse também é o caso das ordenações, onde impera evitar o contacto físico e a higienização.

Formações e catequese vão continuar a ser realizadas “apenas por meios telemáticos” até ao final do actual ano pastoral, aplicando-se a elas as mesmas restrições e condicionamentos do retomar das actividades lectivas nas escolas.

Peregrinações, procissões, festas, romarias, concentrações religiosas, acampamentos e outras actividades em grandes grupos “continuam suspensas até novas orientações”.

Hora de ir recomeçando (1)

04/05/2020

Nota Pastoral para organizar a pastoral após o estado de emergência nacional

“Vou realizar algo de novo que já está a aparecer: não o notais? Vou abrir um caminho no deserto” (Is 43,19)

Após o estado de emergência é hora de recomeçar, reconfigurando a vida pessoal, comunitária e pastoral da nossa Arquidiocese. Tendo em vista a defesa da vida e a saúde de todos, o retomar da vida das comunidades terá de ser um processo gradual, prudente e paciente. Fomos vencendo algumas batalhas mas ainda não vencemos a guerra. Temos de ser rigorosos no cumprimento de todas as determinações oficiais. Por nós, para além da luta contra o vírus, é também importante o testemunho e o exemplo. Não podemos ter pressa nem ser precipitados. O momento é de grande ponderação e responsabilidade. Que a nossa intervenção seja pedagógica. Temos o dever de elucidar os cristãos e de o fazer com paciência e perseverança. O perigo do contágio não passou.

1. Durante o período de emergência e de isolamento social, emergiu um aspecto essencial do ministério sacerdotal e da vida cristã: a oração. Houve mais tempo para rezar, para meditar. Reconhecemos, antes de mais, a nossa impotência e confiamos em Deus que caminha connosco. Ao mesmo tempo, experimentamos a alegria de rezar pelos outros, tendo presente as suas intenções e necessidades.

Não sei se podemos dizer que temos hoje uma renovada consciência do que significa rezar e interceder uns pelos outros. O invisível vírus, com a sua capacidade de se intrometer na vida de todos, conduziu-nos a encontros gratuitos com Deus omnipotente. A oração deverá ser sempre uma constante na vida do cristão. É nela que encontramos o sentido para muitas coisas inexplicáveis. Continuemos, por isso, a redescoberta da oração.

2. Imitando a primeira comunidade cristã de Jerusalém, sem descuidar a oração e o anúncio da Palavra de Deus, chegou a hora de recomeçar exercendo o ministério de “acompanhamento pastoral” a cada pessoa e família.

O que significa, hoje, este “acompanhamento pastoral”? É o agir eclesial que parte da fé para ir ao encontro das pessoas nas suas circunstâncias reais: ser solidário com quem está em crise, dialogar com quem sofre, ajudar os mais necessitados. Podemos ser chamados a atender necessidades imediatas (alimentos, rendas, medicamentos) como as mais profundas, muitas vezes latentes (luto, desemprego, depressão). Há que procurar, na medida do possível, ajudar pessoas e famílias concretas a reencontrarem um projecto de vida fecundo e feliz. “Acompanhar pastoralmente” implica prestar atenção às necessidades espirituais, psicológicas, físicas e inter-relacionais que resultam de situações cruciais como pobreza, doença, morte, violência doméstica, isolamento e de tantas outras situações, sem esquecer o vazio interior e a falta de sentido da vida, tão presentes na actual sociedade. 

É hora de os ministros ordenados, religiosos e todos os cristãos empenhados na pastoral tornarem presente a fragrância solidária de Jesus com o seu olhar de misericórdia e compaixão. Nesta missão de “acompanhamento pastoral”, queremos aprender a descalçar as sandálias diante da terra sagrada do outro (cf. Ex 3,5), a caminhar ao ritmo da proximidade, a olhar respeitosamente e cheios de compaixão, ao mesmo tempo que se cura, liberta e anima (cf. EG 169).

Neste acompanhamento estão envolvidos os grupos da pastoral social que já existem e tanto bem fazem nas comunidades cristãs. Pensemos nos Centros Sociais Paroquiais, nas Conferências Vicentinas, Caritas e em tantos outros. Trabalham gratuitamente e, por isso, sinto-me no dever de, a todos, testemunhar profunda gratidão. A Igreja está agradecida a tantos voluntários que vivem, todos os dias, a sua vocação de discípulos missionários. Por outro lado, causa-nos dor saber que em muitas paróquias ainda não existe um núcleo operativo da pastoral social. Esta situação de confinamento deverá levar-nos a um sério exame de consciência sobre esta responsabilidade.

3. Para além dos cuidados sanitários, temos de olhar para os efeitos que o vírus criou nas nossas comunidades. Estamos a viver uma crise social que se agravará. A crise económica vai suceder à crise sanitária. Não estamos em tempo de pedir, nem muito menos de exigir. Teremos de trabalhar para criar um clima de fraternidade. Não podemos permitir que nas comunidades haja pessoas sem o indispensável para viver. É chegada a hora de uma maior atenção a todos, particularmente aos pobres envergonhados. Com a perda de emprego ou diminuição de trabalho, assistiremos a situações de desemprego que gerarão pobreza e fome. Urge que encontremos modos de responder às necessidades sem envergonhar ninguém. 

Talvez seja chegada a hora, à semelhança da Igreja primitiva, de estruturarmos um fundo paroquial capaz de responder a estas e outras necessidades. A pandemia conduziu-nos a uma experiência de interdependência total. Ninguém sobrevive sozinho.

4. As circunstâncias actuais exigem que nos aproximemos cristamente das pessoas conservando a distância sanitária. Todos precisamos de sentir o amor e os sacerdotes devem estruturar a sua vida para estarem na linha da frente. Tudo deve ser aproveitado para testemunhar a nossa proximidade de pastores, estando junto das ovelhas. Mesmo sem proximidade física, há sempre modos de inventar gestos que mostrem que o amor não é uma simples palavra. Talvez tenhamos vivido até agora em ambientes demasiado formais. A criatividade pastoral tem de sugerir muitas iniciativas onde se mostre a predominância do amor entre todos, privilegiando os idosos, doentes ou outros marcados por qualquer tipo de vulnerabilidade. A pastoral do luto, dentro dos actuais constrangimentos, deverá ser cuidada com atenções particulares. 

5. Sabemos que iremos conviver com o vírus durante muito tempo e teremos de nos predispor para gradualmente nos adaptarmos. Estávamos habituados a procedimentos uniformes e homogéneos. Preparemo-nos para irmos caminhando conforme as circunstâncias o permitirem. Devemos, por isso, estar atentos ao que vai sendo determinado, acolher as orientações e educar as pessoas a iguais propósitos. Não podemos aceitar que o cansaço seja razão de incumprimento. Sabemos que a crise sanitária será ultrapassada apenas com a ajuda de todos e de cada um.

6. Consciente desta interdependência, elenco agora algumas orientações concretas. Fundamental é que procuremos conhecer todas as orientações da Organização Mundial da Saúde, da Direcção Geral da Saúde, do Governo, da Conferência Episcopal e da Arquidiocese de Braga. A evolução da pandemia trará novas orientações. Aconselho ainda a leitura das orientações da Conferência Episcopal, as que já saíram e outras que poderão sair.

6.1. Ainda não é oportuno celebrar missas com o povo, particularmente ao Domingo. Poderemos fazê-lo a partir de 30 de Maio. Entretanto, temos de ir preparando os espaços litúrgicos para a reabertura. É importante conservar a distância de dois metros entre as pessoas e fazer com que a distribuição da comunhão não se dê com grande proximidade. Quando iniciarmos as celebrações, devemos seguir todas as orientações litúrgicas emanadas pela Conferência Episcopal Portuguesa. Entretanto, o sacerdote deverá celebrar sozinho, todos os dias, e, se for o caso, transmitindo a eucaristia pela internet, desde que com qualidade. Colocaremos na página da Arquidiocese todas as orientações à medida que forem surgindo.

6.2. Estimulemos as pessoas a viverem o mês de Maio nas suas famílias. Temos o esquema em formato digital. Digamos às famílias como o encontrar. Também transmitiremos esta devoção mariana a partir de quatro santuários. Que Maria nos acompanhe nesta hora de grande perplexidade.

6.3. Catequeses, reuniões e outras actividades de formação não devem ser feitas presencialmente. Se o forem, sempre a título extraordinário, devem ter os cuidados necessários. É uma área onde importa seguir o que está determinado para as escolas. Há já muitos subsídios que ajudam a não interromper esta tarefa imprescindível na vida das comunidades paroquiais. Só podemos regressar à normalidade no próximo ano pastoral.

6.4. As celebrações dos crismas ficam adiadas. Voltaremos a organizá-la quando as circunstâncias o permitirem ou adiando para o próximo ano pastoral.

6.5. Primeiras Comunhões e Profissões de Fé devem ser canceladas ou adiadas. Os párocos saberão ver quando será possível a celebração com segurança, mas nunca nos próximos meses. Convém adiar para o próximo ano pastoral.

6.6. Festas, procissões e peregrinações devem ser canceladas. No dia de festa, as eucaristias poderão ser a única celebração possível, sempre dentro das orientações gerais, sendo transmitidas pela internet se for o caso. Sempre respeitando o distanciamento social, e com todos os sistemas de protecção individual, poder-se-à encontrar modos para uma celebração festiva sem a participação dos fiéis. Ao mesmo tempo, a devoção individual deve ser conservada, desde que as igrejas ou capelas estejam devidamente preparadas para evitar a proximidade entre as pessoas.

6.7. A celebração dos funerais ou exéquias continuará a acontecer só com os familiares, com todo o cuidado e respeito pelas normas de segurança. Podem ser celebradas nos cemitérios ou nas igrejas com a celebração da Palavra ou da Eucaristia. Os párocos deverão preparar tudo com os familiares.

6.8. Sempre com os habituais cuidados de segurança, o sacramento da reconciliação deverá considerar o devido distanciamento entre o confessor e o penitente, tendo sempre todo o cuidado com tudo o que possa violar o segredo de confissão.

7. As igrejas poderão e deverão estar abertas durante algumas horas. Para um bom funcionamento das futuras celebrações, deverá ser constituída uma equipa de acolhimento que orientará as pessoas. É conveniente a colocação de avisos sobre o modo como as pessoas se deverão movimentar. A Livraria Diário do Minho tem preparado um cartaz que ajudará neste trabalho. Mesmo assim, elencamos alguns pormenores a ter em consideração: 

— Colocar os bancos de forma a evitar aglomerados de pessoas e permitindo que estas se mantenham à distância de dois metros.

— Ter as portas abertas de tal modo que ninguém precise de tocar nelas para entrar ou sair. 

— Colocar à entrada da porta um cartaz (disponível na livraria) com as seguintes instruções: 

* Damos-lhe as boas vindas!
Pela sua saúde e saúde dos outros, cumpra todos as orientações e use máscara. É obrigatório! Em tempo de pandemia, não nos responsabilizamos, nesta igreja, por possíveis contágios.

* Não toque nas portas ou em qualquer superfície. Mesmo assim, não esqueça de lavar as mãos. À entrada e à saída da igreja foi colocado um dispensador de gel desinfectante. 

Ouso aconselhar a que usemos sempre máscaras. É para protecção mútua. Para além disso, quero oferecer uma viseira a todos os sacerdotes. Está disponível nos Serviços Centrais. Agradeço aos arciprestes que verifiquem se todos os sacerdotes do arciprestado a levantaram e que se responsabilizem pela entrega. É mais um sinal para encararmos a situação com esmerada preocupação. Usemo-la! É um sinal de amor aos nossos paroquianos e a todas as pessoas.

Concluindo, à medida que os dias vão passando corremos o risco de nos irmos desleixando. Não podemos condescender com facilitismos na nossa vida pessoal e na relação com os outros. Haverá sempre novas regras de higiene, saúde e segurança que deveremos conhecer e respeitar. As restrições não condicionam a liberdade quando sabemos que um bem maior está em causa.

Nada nos impede de criar novos hábitos pastorais, uma vez que a sociedade não vai ser o que era. Muita coisa vai mudar. A renovação inadiável que estamos a interpretar sugere-nos que aproveitemos este tempo para ultrapassar rotinas já não adequadas e criarmos novos dinamismo que manifestem uma pastoral em consonância com a época nova que vivemos. Temos a responsabilidade de antecipar os tempos. Não tenhamos medo e sejamos audazes, sempre abertos a novas experiências. 

Muita coisa nova deverá acontecer, desde que sejamos dóceis ao Espírito Santo. Ousemos inovar numa criatividade pastoral fiel à doutrina eclesial. Posteriormente, partilhe quanto experimentou. Saberemos, juntos, encontrar um caminho novo para a pastoral arquidiocesana.

O fundamental é que estes tempos se tornem uma graça para que, como crentes, cresçamos no conhecimento e vivência da Palavra, assim como no amor concreto aos outros, conscientes de que isto poderá exigir muitos sacrifícios e renúncias a gostos e hábitos. Trabalhemos para que isso aconteça. Vivamos o presente a pensar num futuro novo. Façamo-lo com muita alegria e unidade. A crise não nos atemoriza, desde que consolidemos os laços que, sacramental e existencialmente, nos unem. Acredito, seriamente, que sairemos deste momento muito mais unidos e empenhados na alegria do anúncio do Evangelho.

Sigamos o exemplo de S. Bartolomeu dos Mártires. Estimulemo-nos e estimulemos os outros. Iluminemos o mundo que nos rodeia com o nosso compromisso feliz e apaixonante.

 † Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz

Fonte: https://www.diocese-braga.pt/noticia/1/24707

14 de maio – dia de rezar pela humanidade

03/05/2020

O alto Comitê para a Fraternidade Humana divulgou uma mensagem neste sábado intitulada “Rezar pela humanidade”, onde convida os líderes religiosos e pessoas de todo o mundo a recorrer a Deus a uma só voz na quinta-feira, 14 de maio, rezando, fazendo jejum e praticando obras de misericórdia, pedindo o fim da pandemia e por um mundo mais humano e mais fraterno”.

A mensagem dirigida a todos os “nossos irmãos que acreditam em Deus criador e aos nossos irmãos em humanidade onde quer que estejam”, diz o seguinte:Ouça e compartilhe!

“Nosso mundo enfrenta hoje um grave perigo que ameaça a vida de milhões de pessoas em todo o planeta, a saber, a rápida disseminação do coronavírus (Covid-9). Enquanto confirmamos a importância do papel dos médicos e da pesquisa científica no combate a essa epidemia, não esqueçamos de nos dirigir a Deus Criador nesta grave crise. Nós, portanto, convidamos todas as pessoas, em todo o mundo, a dirigir-se a Deus rezando, suplicando, jejuando, praticando obras de misericórdia, cada pessoa, em todas as partes do mundo, segundo sua religião, fé ou doutrina, para que Ele elimine essa epidemia, nos salve desta aflição, ajude os cientistas a encontrar um remédio que a derrote e para que Ele liberte o mundo das consequências sanitárias, econômicas e humanitárias da propagação desse contágio grave.

O alto Comitê propõe, de acordo com os objetivos do Documento sobre a Fraternidade Humana, fixar 14 de maio, como um dia de oração, jejum e invocação para a humanidade, e convida todos os líderes religiosos e pessoas de todo o mundo a responder a este convite humanitário e recorrer a Deus a uma só voz, para que preserve a humanidade, a ajude a superar a pandemia, restitua a ela a segurança, a estabilidade, a saúde e a prosperidade, e torne nosso mundo, eliminada essa pandemia, mais humano e mais fraterno”.

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2020-05/comite-superior-fraternidade-humana-oracao-humanidade-14-maio.html

Retoma das celebrações públicas

02/05/2020
Comunicado do Conselho Permanente da CEP sobre a retomada gradual das celebrações comunitárias

CEP: Comunicado sobre a «retomada gradual das celebrações comunitárias da Eucaristia»

02/05/2020

CEP: Comunicado sobre a «retomada gradual das celebrações comunitárias da Eucaristia» Mai 2, 2020 – 15:22 Documento do Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (02.05.2020) 1. Face ao controlo progressivo da pandemia provocada pelo coronavírus Covid-19 no nosso País e ao início de medidas de desconfinamento, reiteramos o nosso agradecimento à população em geral e aos cristãos em particular pela atitude responsável de prevenção ao longo desta situação, seguindo as normas e orientações da Igreja e das autoridades governamentais e de saúde. Rezamos pelas inúmeras vítimas desta epidemia e seus familiares, estamos solidários com os doentes infetados por este terrível vírus e agradecemos o precioso trabalho dos que estão na linha da frente como os profissionais de saúde, as forças de segurança e os que trabalham nos lares e outras instituições sociais. Manifestamos o nosso regozijo pela criatividade das comunidades cristãs na intensificação das formas de praticar a fé entre os jovens e nas famílias e pela ação sociocaritativa das instituições da Igreja para com os mais carentes e desempregados. Comungamos do sofrimento de tantos cristãos privados da participação efetiva na celebração sacramental da Eucaristia, cume e centro da vida cristã, na esperança de um mais rápido reinício das celebrações comunitárias da Eucaristia, fonte da nossa alegria pascal. 2. O último comunicado do Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa de 21 de abril anunciava “orientações gerais, em diálogo com as autoridades governamentais e de saúde, para quando terminar esta terceira fase do estado de emergência, com a retomada possível e gradual das celebrações comunitárias da Eucaristia e outras manifestações cultuais”. 3. Terminado o estado de emergência e tendo em conta os dados apresentados pelas autoridades de saúde e governamentais, percebemos que em Portugal a situação parece ter evoluído favoravelmente. Esperamos que se mantenha a responsabilidade cívica de todos os cidadãos, em atitude de prudência e de acatamento das decisões das autoridades governamentais e de saúde, para que não aconteça um retrocesso rápido da situação. 4. Através da Resolução do Conselho de Ministros n.º 33-C/2020, que estabelece uma estratégia de levantamento de medidas de confinamento no âmbito do combate à pandemia da doença COVID-19, o Governo decidiu para 30-31 de maio, no que diz respeito a “cerimónias religiosas”, o reinício das “celebrações comunitárias de acordo com regras a estabelecer entre DGS e confissões religiosas”. 5. Tendo em conta somente estes elementos, a retomada gradual das celebrações comunitárias da Eucaristia, já anunciada pelo Governo, deverá iniciar-se, em princípio, a 30 maio, véspera da Solenidade do Pentecostes. A data depende ainda da avaliação que o Governo se propõe fazer da situação, nesta primeira etapa do desconfinamento. As Dioceses insulares terão em conta as indicações das respetivas autoridades regionais. 6. As celebrações dos sacramentos que implicam contacto físico, como as unções, devem ser adiadas para o próximo ano pastoral ou, nalguns casos particulares como o batismo e a unção dos doentes, podem ser realizadas com as devidas cautelas de saúde e normas de segurança. 7. Para o sacramento da Reconciliação, é preciso seguir as normas de segurança de saúde e garantir o devido distanciamento entre o confessor e o penitente, protegendo sempre o inviolável segredo da confissão. 8. As exéquias cristãs devem ser celebradas no templo (com celebração da Palavra ou da Eucaristia) e/ou no cemitério com a presença dos familiares, tendo em conta as normas de segurança que impeçam a transmissão do coronavírus. 9. As catequeses e outras ações formativas continuarão a ser realizadas apenas por meios telemáticos até ao final deste ano pastoral. 10. Procissões, festas, concentrações religiosas, acampamentos e outras atividades similares passíveis de forte propagação da epidemia ficarão adiados para o próximo ano pastoral. 11. As igrejas podem estar abertas durante o dia para visitas individuais, desde que se observem os requisitos determinados pelas autoridades de saúde. 12. Proximamente daremos indicações comuns sobre aspetos litúrgicos e medidas sanitárias a ter em conta nas celebrações e nos templos, as quais poderão ser utilizadas pelas Dioceses, em coordenação com as autoridades locais de saúde no que diz respeito aos procedimentos práticos. 13. Neste mês de Maio, imploramos a bênção do Senhor e a intercessão da Virgem Maria, para que sejamos livres deste grande flagelo, próximos daqueles que são mais afetados pelas dificuldades, orientados pela fé, diligentes na caridade e guiados pela esperança do Senhor ressuscitado que estamos a celebrar neste tempo de Páscoa. Lisboa, 2 de maio de 2020

Fonte: CEP: Comunicado sobre a «retomada gradual das celebrações comunitárias da Eucaristia»

Catequese para o 6.º Ano

25/04/2020

Carta às Famílias da UPECS

25/04/2020

Queridas famílias:

Estamos a viver um período difícil e necessitamos de “reinventar” a forma de viver e crescer como cristãos, enaltecendo, sem dúvida, a Família, como verdadeira Igreja Doméstica.

Conscientes deste “deserto” que vivemos, somos convidados, como comunidade crente, a não suspender a vivência a partir da Eucaristia e da Oração em família. Não deixemos que a pandemia deste vírus nos arraste para as trevas do medo, de modo que o necessário distanciamento físico não nos afaste, antes até nos proporcione um tempo de maior presença, mais proximidade e melhor conhecimento em família. Por nada deste mundo, a Oração, o Terço, a Adoração ao Santíssimo, a Eucaristia estão suspensos. Acreditamos que não há “férias”, nem suspensão da graça e do dever da nossa relação fiel com Deus e com os outros (e, por isso, estamos unidos na oração!).

Chegou a hora de partilharmos algumas práticas que a partir de hoje se tornarão as linhas orientadoras da nossa ação.

Eucaristia

Participar (e, se possível, em direto) na Eucaristia, ou pela página do Facebook da UPECS – Unidade Pastoral Esposende Centro Sul ou pela TV Esposende ou no canal da MEO 680650 aos domingos às 10h00. Na impossibilidade de usar estas ferramentas, podemos sempre contar com as transmissões televisivas da Eucaristia Dominical dos canais nacionais.

Catequese em casa

Vamos prosseguir a Catequese até 27 e 28 de junho, na modalidade de Catequese em casa. Pretende‐se que o encontro de Catequese da Infância seja relativamente breve e em família auxiliados pelo catecismo, e, para tal, os catequistas irão propor‐vos catequeses em casa, apresentadas e disponibilizadas, semana a semana, pelo Secretariado Nacional da Educação Cristã e que estarão disponíveis no blog https://paroquiadesposende.wordpress.com/catequese/  ou na nossa página do Facebook  https://www.facebook.com/UPECS-Unidade-Pastoral-Esposende-Centro-Sul-109758280660302/

Pretende-se que o encontro de Catequese da Adolescência seja também semanalmente e em família, tendo início o projeto “Say Yes”, relativo à Catequese da Adolescência. Serão emitidos sete programas televisivos na Ecclesia (Fé dos Homens) na RTP2, às quartas-feiras, e estarão disponíveis no nosso blog  https://paroquiadesposende.wordpress.coo/adolescencia/ ou na página do Facebook https://www.facebook.com/UPECS-Unidade-Pastoral-Esposende-Centro-Sul-109758280660302/ 

Também a “Catequese com o Bispo Nuno”, nosso bispo auxiliar, pode ser visualizada aos sábados, às 16h00, no Facebook e no canal do Youtube da nossa Arquidiocese.

Celebrações e festas da Catequese

Para este ano catequético de 2019/2020 (que finda em 27 e 28 de junho de 2020), ficam canceladas todas as celebrações e festas da Catequese, por tempo indeterminado.

Mês Maio

Animados pelo lema “Com Maria vive a alegria pascal”, cada família, pais, filhos e catequistas procurarão valorizar a bela Oração Mariana, de modo progressivo e a partir de várias dinâmicas propostas:

  • Construção do «Terço em Família» e, se possível, colocá-lo junto da Cruz Pascal Familiar, que deve permanecer cuidada até ao Domingo de Pentecostes, que ocorre no dia 31 de Maio, e encerra o Tempo Pascal;
  • Incentivar à oração do «Terço em Família» e em comunidade. Todos os dias durante o mês de maio somos convidados a sair à varanda, ou a estar à janela para rezar o terço com todos (podemos dialogá-lo com os vizinhos, se os tivermos) que será recitado para toda(s) a(s) Paróquia(s) ouvirem através de sonoridade própria colocada nas Igrejas e também será transmitido na página do Facebook da UPECS https://www.facebook.com/UPECS-Unidade-Pastoral-Esposende-Centro-Sul-109758280660302/ todos os dias (de segunda a sexta) às 21h00. Aos sábados e domingos fica o convite para que seja cada família em particular a encontrar o hora melhor para esta oração mariana.

Transmissão da Eucaristia no dia 25 de abril

25/04/2020

Neste Sábado da II Semana da Páscoa, celebramos às 17h00, à porta fechada, como tem acontecido, transmitindo pela nossa Página do facebook (https://www.facebook.com/UPECS-Unidade-Pastoral-Esposende-Centro-Sul-109758280660302/) com as seguintes intenções:

Catequese para o 5.º Ano

25/04/2020

Catequese em casa para o 4.º Ano

23/04/2020

Catequese em casa para o 3.º Ano

22/04/2020

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