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Vigília do Pentecostes

25/05/2017

Este ano, a Comissão Arquidiocesana do Laicado e Família propõe que a Vigília do Pentecostes englobe “um gesto de partida” em conjunto com “um testemunho” público do compromisso eclesial.
Neste sentido, a Vigília tem início pelas 14h15 na Basílica dos Congregados. Percorre depois um trajecto até à Sé Catedral, com paragens nas Igrejas de Santa Cruz e S. Paulo.
D. Francisco Senra Coelho, na qualidade de Bispo responsável pela Comissão do Laicado e Família, apela à paticipação de todos nesta Vigília para que haja a máxima mobilização das bases que constituem cada Carisma (Movimento) ou Associação e das famílias ligadas à Pastoral Familiar.

Papa agradece

14/05/2017

Criada Rádio Paroquial

12/05/2017

Rádio da Paróquia de Esposende

Centenário das Aparições de Fátima

09/05/2017

Páscoa Feliz

16/04/2017

Quando me apresentei para anunciar Jesus Cristo incarnado no homem e a caminho do Pai, na liberdade, na justiça, na paz e no amor, construí Páscoa.
Quando cantei a esperança aos que sofriam o abandono e a solidão e experimentavam na carne e na vida a agressão à sua dignidade de pessoas e de filhos de Deus, construí Páscoa.
Quando acolhi alguém com fome de ser ouvido porque encontrava as portas a que batia sempre fechadas, construí Páscoa.
Quando enxuguei lágrimas, quando ajudei a sorrir, quando despertei vontade de viver e de caminhar, construí Páscoa.
Quando parei junto a um pobre do caminho, porventura sujo, ébrio e repelente e lhe estendi a mão, sorri e falei com ele, construí Páscoa.
Quando fiz crescer uma flor, aconcheguei uma gota de água a uma planta com sede, ajudei com o meu procedimento a que minha casa, que é o mundo, se conservasse limpa e fresca, construí Páscoa.
É que, se acreditamos em Cristo, a nossa vida é Páscoa, construímos Páscoa.
Ela, a Páscoa, aconteceu. Mas é preciso que continue a acontecer, vencendo as resistências do nosso egoísmo, do nosso individualismo, da nossa acomodação, da nossa desumanidade, das trevas que se adensam diante da nossa (pouca) fé, como aconteceu na primeira Páscoa com a vitória de Jesus sobre o pecado e sobre a morte.
É preciso que o mundo acredite na Páscoa.
É preciso que a Igreja acredite na Páscoa.
É preciso que eu acredite na Páscoa.
Viva a Páscoa!

Tríduo Pascal

14/04/2017

Num documento da reforma litúrgica que dá pelo nome de “Normas Gerais do Ano Litúrgico e do Calendário Romano” lêem-se estas palavras: “O sagrado Tríduo da Paixão e Ressurreição do Senhor é o ponto culminante de todo o ano litúrgico” (NGALC 18; EDREL 856). A este sagrado Tríduo chama-se também Tríduo Pascal: “tríduo”, por abranger um período de três dias consecutivos; “pascal”, por acontecer nas imediações da Páscoa de Jesus.

Afirmar que o Tríduo é o ponto culminante do ano litúrgico equivale a dizer que ele é o verdadeiro centro de toda a liturgia cristã. Ele não é uma simples festa, mas a festa das festas; não é apenas uma grande solenidade, mas a solenidade das solenidades cristãs (cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 1169). Não há, no decurso do ano litúrgico, nada maior do que ele. Santo Agostinho chamava-lhe “Tríduo de Cristo morto, sepultado e ressuscitado”.

Qual a razão desta importância ímpar do Tríduo Pascal, perguntarão os nossos leitores? A resposta volta a dá-la o documento já citado juntamente com a Constituição Litúrgica: “Porque a obra da redenção humana e da perfeita glorificação de Deus foi realizada por Cristo especialmente no seu mistério pascal” (Ibidem), e porque “Cristo está sempre presente na sua Igreja, especialmente nas acções litúrgicas” (SC 7). É esta presença de Cristo, particularmente nas celebrações do Tríduo Pascal, que faz delas o ponto culminante da liturgia cristã.

Está quase a chegar o Tríduo Pascal deste ano. O seu início vai acontecer «na Missa da Ceia do Senhor» (tarde de Quinta-Feira santa). Mas o Tríduo propriamente dito será a Sexta-Feira Santa (dia da paixão, morte e sepultura de Jesus), o Sábado Santo (dia em que o corpo de Cristo repousou no sepulcro) e o Domingo (dia da ressurreição e das primeiras aparições de Jesus). O coração pulsante do grande Mistério é a «Vigília Pascal, mãe de todas as santas vigílias» (NGALC 19.21; EDREL 857.859).

Bendito seja Deus pela Liturgia destes três dias santíssimos. Não é para recordar factos do passado, por mais importantes que sejam, que participamos nas celebrações do Tríduo, mas para tornar presente um Mistério, cuja eficácia nos envolve e une a Cristo. O Senhor da cruz, do túmulo e da ressurreição toca-nos naqueles ritos, ilumina-nos nas palavras e cânticos que proferimos e escutamos. Não somos nós que nos tornamos santos, mas é Cristo que nos santifica através da participação viva, consciente e activa nestas celebrações.

Se já adquiriste o hábito de não trocar a participação no Tríduo por outras ocupações da tua vida, dá graças ao Senhor e continua a fazê-lo. Se, pelo contrário, nunca participaste nas suas celebrações, deixa-me dizer-te que ainda não descobriste o que é começar a ser cristão deveras. Se quiseres, aceita livremente o meu convite: vem ao Tríduo. Nele encontrarás Cristo, e, se não Lhe opuseres resistência, Ele transformará a tua vida.

Mais do que tu próprio, por tuas orações e trabalhos, é Cristo, na Liturgia, que te torna cristão a valer. O cristianismo não é um voluntarismo. É um DOM. Vem do Pai, não nasce de ti, embora procure e suscite em ti a resposta da tua liberdade. Pela Liturgia da terra participa desde já, cristão, na Liturgia celeste que eternamente é celebrada no seio da Santíssima Trindade.
P. José de Leão Cordeiro

Entrada Triunfal de Jesus em Jerusalém

09/04/2017