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Peregrinação Arciprestal à Senhora da Guia

18/05/2018

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Vigília Arciprestal de Oração pelas Vocações

13/04/2018

Páscoa Feliz

01/04/2018

Quando me apresentei para anunciar Jesus Cristo incarnado no homem e a caminho do Pai, na liberdade, na justiça, na paz e no amor, construí Páscoa.
Quando cantei a esperança aos que sofriam o abandono e a solidão e experimentavam na carne e na vida a agressão à sua dignidade de pessoas e de filhos de Deus, construí Páscoa.
Quando acolhi alguém com fome de ser ouvido porque encontrava as portas a que batia sempre fechadas, construí Páscoa.
Quando enxuguei lágrimas, quando ajudei a sorrir, quando despertei vontade de viver e de caminhar, construí Páscoa.
Quando parei junto a um pobre do caminho, porventura sujo, ébrio e repelente e lhe estendi a mão, sorri e falei com ele, construí Páscoa.
Quando fiz crescer uma flor, aconcheguei uma gota de água a uma planta com sede, ajudei com o meu procedimento a que minha casa, que é o mundo, se conservasse limpa e fresca, construí Páscoa.
É que, se acreditamos em Cristo, a nossa vida é Páscoa, construímos Páscoa.
Ela, a Páscoa, aconteceu. Mas é preciso que continue a acontecer, vencendo as resistências do nosso egoísmo, do nosso individualismo, da nossa acomodação, da nossa desumanidade, das trevas que se adensam diante da nossa (pouca) fé, como aconteceu na primeira Páscoa com a vitória de Jesus sobre o pecado e sobre a morte.
É preciso que o mundo acredite na Páscoa.
É preciso que a Igreja acredite na Páscoa.
É preciso que eu acredite na Páscoa.
Viva a Páscoa!

Semana Santa em Esposende

14/03/2018

24 horas para o Senhor

10/03/2018

O Papa Francisco, na sua Mensagem para a Quaresma deste ano, convida, sobretudo os membros da Igreja, “a empreender com ardor o caminho da Quaresma, apoiados na esmola, no jejum e na oração”, lembrando que se por vezes o amor parece apagar-se em muitoscorações, ele “não se apaga no coração de Deus!”. Ele dá-nos sempre novas ocasiões, para podermos recomeçar a amar. A ideia é defendida na Mensagem para a Quaresma 2018, inspirada na frase do Evangelho de São Mateus “Porque se multiplicará a iniquidade, vai resfriar o amor de muitos” (Mateus 24, 12).
Francisco destaca a realização, a 9 e 10 de março, da iniciativa “’24 horas para o Senhor’, que convida a celebrar o sacramento da Reconciliação num contexto de adoração eucarística”. “Em cada diocese, pelo menos uma igreja ficará aberta durante 24 horas consecutivas, oferecendo a possibilidade de adoração e da confissão sacramental”, explica o Sumo Pontífice.

24 horas para o Senhor

01/03/2018

Na Bula de proclamação do Jubileu, fiz o convite para que «a Quaresma deste Ano Jubilar seja vivida mais intensamente como tempo forte para celebrar e experimentar a misericórdia de Deus»(Misericordiӕ Vultus, 17). Com o apelo à escuta da Palavra de Deus e à iniciativa «24 horas para o Senhor», quis sublinhar a primazia da escuta orante da Palavra, especialmente a palavra profética. Com efeito, a misericórdia de Deus é um anúncio ao mundo; mas cada cristão é chamado a fazer pessoalmente experiência de tal anúncio. Por isso, no tempo da Quaresma, enviarei os Missionários da Misericórdia a fim de serem, para todos, um sinal concreto da proximidade e do perdão de Deus.
Maria, por ter acolhido a Boa Notícia que Lhe fora dada pelo arcanjo Gabriel, canta profeticamente, no Magnificat, a misericórdia com que Deus A predestinou. Deste modo a Virgem de Nazaré, prometida esposa de José, torna-se o ícone perfeito da Igreja que evangeliza porque foi e continua a ser evangelizada por obra do Espírito Santo, que fecundou o seu ventre virginal. Com efeito, na tradição profética, a misericórdia aparece estreitamente ligada – mesmo etimologicamente – com as vísceras maternas (rahamim) e com uma bondade generosa, fiel e compassiva (hesed) que se vive no âmbito das relações conjugais e parentais.

Na Mensagem para a Quaresma deste ano o papa Francisco destaca a realização, a 9 e 10 de março, da iniciativa “24 horas para o Senhor”, convidando a celebrar o sacramento da Reconciliação num contexto de adoração eucarística. Diz o Papa: “Em cada diocese, pelo menos uma igreja ficará aberta durante 24 horas consecutivas, oferecendo a possibilidade de adoração e da confissão sacramental”.
Na nossa Diocese foi recomendado que esta adoração deveria acontecer, pelo menos, a nível Arciprestal. No nosso Arciprestado, à semelhança dos últimos anos, será na Igreja Matriz de Esposende, com início às 19h00 do dia 9 (sexta-feira), ficando em adoração até às 19h15 do dia 10 (sábado).

Encontro para os Crismandos

No Sábado de manhã teremos as «24 horas com o Senhor» com a participação dos crismandos, que reúnem primeiro no Centro Paroquial de Esposende, com o seguinte horário:

Esposende 09h00 – 10h30
Rio Tinto e Vila Chã 10h00 – 11h30
Apúlia 11h00 – 12h30
Fão e Fonte Boa 11h30 – 13h00

Paróquias e Grupos em Adoração

Confraria do SS.mo (Esposende) 20h00
Paróquia de Marinhas das 22h00 às 24h00
Pastoral Familiar de Apúlia das 00h00 às 02h00
Cursilhos (Cursos Cristandade) 02h00
Unidade Pastoral (UPECS) até às 07h00
Confraria do SS.mo (Esposende) 07h00
Catequistas de Esposende 08h00
Crismandos das 09h00 às 13h00
Confraria do SS.mo (Esposende) até à 15h00
Paróquia de Belinho 15h00
Paróquia de Forjães 16h00
Confraria do SS.mo (Esposende) até às 19h15

 

Mensagem para a Quaresma

18/02/2018

Temos vindo a percorrer, desde há vários anos, um caminho de aprofundamento da nossa identidade cristã. Esse percurso fez-nos crescer na relação com Cristo e transformou a nossa Arquidiocese num espaço de esperança cristã. Esta esperança pode ser entendida como dom que acolhemos, mas também como semente lançada nos terrenos onde é mais necessária. Caminhamos ao encontro de Cristo, que nos dará “os sapatos” adequados ao percurso para que possamos reconhecer aos poucos o Seu amor e as necessidades do mundo. Podemos afirmar que existem muitas pessoas estagnadas e sem “pés” para avançar. Alguns circuitos da vida são infelizmente dolorosos e carregados de escolhos que impedem um caminhar sereno.

A Quaresma é um momento especial que convida o cristão a “abrir os olhos”, a ver a sociedade e a incomodar-se com a realidade humana. Peço, por isso, que sejamos capazes de olhar, de modo particular, para o mundo da dor e do sofrimento. Quem se encontra numa situação de fragilidade necessita de uma presença amiga e afectiva. O mesmo acontece com quem atravessa um período de luto ou perdeu a alegria de viver. Os idosos experimentam longos períodos de solidão e necessitam de companhia. Os jovens sentem dificuldade em encontrar figuras de referência e um sentido para a vida. As famílias, que pedem para ser ajudadas em vez de julgadas, deparam-se com dramas e incertezas. Enquanto nós estamos confortáveis com os nossos sapatos, existe uma multidão cujos pés estão impedidos de caminhar no mundo com alegria.