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Bênção das Grávidas

10/12/2018

Tal como nos últimos anos, teremos no próximo domingo, dia 16 de dezembro, a Bênção das Grávidas na eucaristia das 12h00, na Igreja Matriz de Esposende.
Esta bênção estende-se a todas as paróquias da Unidade Pastoral, estando aberta a todas as grávidas que queiram aparecer, mesmo não pertencendo à Unidade Pastoral.
Agradecemos que as Mulheres Grávidas que contam receber esta bênção e que ainda não se inscreveram que o façam até quinta-feira, dia 13 de dezembro, para podermos reservar os lugares e prepararmos uma pequena recordação que gostamos de oferecer.

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Avé Maria – Imaculada Conceição

08/12/2018

Ó Maria Santíssima, Virgem Imaculada desde a conceição, intercede por nós, intercede por toda a Igreja, intercede pela humanidade: que lutemos contra o pecado, do qual tu foste preservada desde o primeiro momento da tua existência, ó Cheia de Graça! Que a força de Cristo Salvador, que não deixou que o pecado te atingisse, não deixe que o pecado nos vença! Ó Alegria do mundo, Estrela da manhã, nenhuma outra como tu nos guia! És o braço do Deus Forte que nos salva, ó Virgem Maria! És um Raio de luz lançado às trevas, para aquecer a nossa terra fria! Imensa Aurora, a Vida em vós se encerra, Virgem Maria! Só o trono de Deus é mais sublime que o teu trono, à luz do eterno Dia!

Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!

Movimentos da Arquidiocese convocados para vigília do Cristo Rei – Arquivo – Notícias – Arquidiocese de Braga

20/11/2018

Fonte: Movimentos da Arquidiocese convocados para vigília do Cristo Rei – Arquivo – Notícias – Arquidiocese de Braga

Dia de Todos os Santos

01/11/2018

Dia de Todos os Santos é comemorado anualmente no dia 1 de novembro em honra todos os santos conhecidos e desconhecidos, mártires e cristãos heroicos celebrados ao longo do ano.

Neste dia é também celebrado (por antecipação) o dia dos Fiéis Defuntos, que se celebra a 2 de novembro.

Origem da Celebração

A origem do festa remonta ao século II, quando os cristãos começaram a honrar os que tinham sido perseguidos e martirizados por causa da sua fé.

Foi o Papa Gregório III que no século VIII dedicou uma capela em Roma a todos as pessoas que tinham vivido uma existência de acordo com o Evangelho e por isso eram consideradas santas. Ele também ordenou que a solenidade fosse celebrada a 1 de novembro.

Tradições do Dia de Todos os Santos

Este dia é dedicado a homenagear todos os que já partiram. Por norma, as famílias portuguesas enfeitam as campas dos seus familiares nos cemitérios e ao longo do dia 1 de novembro visitam os cemitérios para deixar ramos e velas nas lápides. Antes da visita ao cemitério, realizam-se missas nas paróquias e em seguida, faz-se uma procissão até ao cemitério.

Feriado de Todos os Santos

O Dia de Todos os Santos é um feriado nacional. Porém, este dia deixou de ser um feriado nacional em 2013, mas o Governo retomou em 2016 o feriado do Dia de Todos os Santos, por acordo com Santa Sé.

Na Revista Sábado podemos ler o artigo “Como se começou a celebrar o Dia de Todos os Santos“.

Novo Ano Pastoral com novos horários ao domingo

03/10/2018

 

Ser comunidade missionária é a meta principal a que a Arquidiocese se propõe neste Ano Pastoral. Completámos um quinquénio dedicado à identidade cristã e agora habitamos o coração de um triénio pastoral que nos fará tocar a esperança. É um caminho de enorme responsabilidade que ganha forma através do silêncio, obras, persistência e confiança. Queremos, por isso, despertar a esperança tanto nas nossas vidas como nas comunidades cristãs e na sociedade em geral.

Este Programa Pastoral é fruto de um longo tempo de maturação nos diversos Conselhos: Pastoral, Presbiteral e Arciprestal. Tal empenho permitiu que agora todas as comunidades paroquiais programem as suas actividades com solidez e espírito de unidade. A abertura do Ano Pastoral é, por isso, e antes de mais, um sinal concreto de unidade na Arquidiocese mas também um estímulo a que a temática da missão abrace todas as iniciativas das comunidades, departamentos e movimentos.

A sintonia de espírito é aquilo que dá força à identidade de um Programa Arquidiocesano. Estamos certos que, porventura, cada comunidade teria a capacidade e a criatividade para enveredar por outros caminhos igualmente legítimos. Mesmo reconhecendo essa possibilidade, a dispersão pastoral seria sempre vista pelos cristãos como um inequívoco contra-testemunho eclesial. Para além disso, acolher e concretizar a nível local um programa diocesano não belisca em nada a identidade pastoral de cada paróquia e movimento. Antes pelo contrário. É necessária uma diversidade de iniciativas que traduza a riqueza e a criatividade da inspiração divina.

No ano passado deixamo-nos guiar pela responsabilidade de semear a esperança. Este ano queremos “ser esperança” e tecer comunidades acolhedoras e missionárias. É, por isso, importante concretizar os desafios pastorais apresentados no Programa, sobretudo os seis aspectos elencados na dinâmica Pascal, a passagem da morte à vida. Cada um deles é um tesouro e um estímulo à diversidade pastoral das paróquias e movimentos.

Em Conselho de Arciprestes ficou decido que a abertura do Ano Pastoral deveria acontecer em todas as paróquias no primeiro Domingo de Outubro. Convido, neste sentido, todas as comunidades a acolherem com alegria as exigências deste Programa e a assinalarem convenientemente o arranque do Ano Pastoral.

S. Martinho de Dume, padroeiro secundário da Arquidiocese, renovou a vida da diocese em tempos considerados “novos”, evangelizando sobretudo os suevos. Hoje temos também um mundo novo que não permite que nos instalemos nas coisas do passado. Celebremos o Dia da Diocese com a consciência da missão que Deus confia a cada um.

† Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz

Sínodo dos bispos sobre os jovens vai contar com 408 participantes

20/09/2018
D. Joaquim Mendes e D. António Azevedo são os dois representantes portugueses entre os mais de 150 bispos delegados ao Sínodo.
 © DR

A Santa Sé divulgou a lista de participantes da Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos que, entre os dias 3 e 28 de Outubro, vai debater «Os jovens, a fé e o discernimento vocacional». De acordo com o Vaticano, o sínodo vai contar com 408 participantes, onde se incluem 50 auditores, 37 dos quais leigos.

Entre os mais de 150 bispos delegados contam-se dois portugueses: D. Joaquim Mendes, bispo auxiliar de Lisboa e presidente da Comissão Episcopal do Laicado e Família, e D. António Azevedo, bispo auxiliar do Porto e presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios.

10 superiores-gerais de ordens/congregações religiosas e vida consagrada foram eleitos para participarem na assembleia. Participam, também 15 presidentes de dicastérios da Cúria Romana, bem como o secretario de Estado da Santa Sé, cardeal Pietro Parolin.

O Papa Francisco, presidente da assembleia sinodal, vai presidir à missa de abertura do Sínodo, às 10h de 3 de Outubro, na Basílica de São Pedro.

Segundo o elenco dos participantes do Sínodo dos Bispos, o prior da Comunidade Ecuménica de Taizé, o irmão Alois, é convidado especial e, da lista de delegados fraternos, assinala-se a participação da Igreja Ortodoxa da Roménia, da Federação Mundial Luterana ou do Conselho Mundial das Igrejas, assim como das Igrejas Orientais Católicas que levam 21 representantes ao Sínodo.

O Sínodo dos Bispos, convocado pelo Papa, é uma assembleia consultiva de representantes dos episcopados católicos de todo o mundo. Até agora houve 14 assembleias gerais ordinárias e três extraordinárias, as últimas, respectivamente, em Outubro de 2014 e 2015, numa reflexão dedicada à família.

Adiado o início da catequese

13/09/2018

catequeseApesar de todo o esforço, não nos é possível dar início à Catequese no próximo fim de semana, pelo que fica adiado para o fim de semana seguinte, altura em que celebramos S. Miguel e estamos a oito dias da Abertura oficial do Ano Pastoral.
Ao darmos início à Catequeses Paroquial, não esqueçamos que «a catequese constitui uma coluna para a educação da fé, e são precisos bons catequistas! Obrigado por este serviço à Igreja e na Igreja. Embora possa às vezes ser difícil – trabalha-se tanto, empenha-se e não se vêem os resultados desejados –, mas educar na fé é maravilhoso! É talvez a melhor herança que possamos dar a alguém: a Fé! Educar na fé, para que essa pessoa cresça. […]

Catequista é uma vocação […] porque compromete a vida: guia-se para o encontro com Cristo, através das palavras e da vida, através do testemunho.
Lembrai-vos daquilo que nos disse Bento XVI: «A Igreja não cresce por proselitismo. Cresce por atracção». E aquilo que atrai é o testemunho. Ser catequista significa dar testemunho da fé; ser coerente na própria vida. E isto não é fácil. Não é fácil! Nós ajudamos, guiamos para chegarem ao encontro com Jesus através das palavras e da vida, através do testemunho. […]

Ser catequista requer amor: amor cada vez mais forte a Cristo, amor ao seu povo santo. […]. Este amor vem de Cristo! É um presente de Cristo! É um presente de Cristo! E se vem de Cristo, parte de Cristo; e nós devemos recomeçar de Cristo, deste amor que Ele nos dá. Para um catequista, para vós e para mim, porque também eu sou catequista, que significa este recomeçar de Cristo? Que significa? (Papa Francisco, Vaticano, 27-09-2013)

Ajudar as crianças, os adolescentes, os jovens, os adultos a conhecer e amar cada vez mais o Senhor é uma das mais belas aventuras educativas. Não esqueçamos que disso somos todos responsáveis, que não só os Catequistas.