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Preparação para o Crisma

24/01/2019

Embora dependendo da nomeação de um novo Bispo Auxiliar para a nossa Arquidiocese de Braga, está previsto, mas ainda sem datas, ser realizada a Visita Pastoral ao Arciprestado de Esposende ainda este ano.
Como em ano de Visita Pastoral admitimos à celebração do Crisma outros fiéis que não só os que fizeram os 10 anos de catequese, desde que tenham a idade igual ou superior a 20 anos, tendo em vista a sua preparação, e para que a possamos organizar, abrimos agora inscrições.
Estas podem ser feitas em fichas próprias que podem ser levantadas na sacristia de cada paróquia e entregues ao pároco ou feitas via internet, através do link https://goo.gl/forms/axzuo1eaTH2L4YaK2 ou através do QR Code ao lado.
As inscrições encerram no dia 28 de fevereiro.
Aproveitamos para lembrar alguns critérios de admissão ao Crisma:
1. Quem não quer a formação cristã que a Igreja lhe oferece (Catequese e aulas de EMRC, encontros de formação cristã), que o ajuda a conhecer e amar cada vez mais Cristo e a sua Igreja não pode, nem deve, nem precisa de ser crismado.
Para celebrar o Sacramento da Confirmação é preciso estarmos preparados. Essa preparação consegue-se com a Catequese, que a Igreja nos oferece ao longo de 10 anos, mas também com as aulas de EMRC nas escolas e, agora, com estes encontros de preparação para o Crisma em Visita Pastotal. Só sabendo com quem contamos (quem quer mesmo ser Confirmado na Fé) poderemos organizar a sua formação.
Quem não aproveita aquilo que a Igreja pode dar com facilidade (aulas de EMRC) não tem o direito de exigir da mesma Igreja que o prepara com a Catequese para um Sacramento de responsabilidade, como é o da Confirmação. Como se pode compreender que alguém queira celebrar de verdade o Crisma se já se acha dispensado das aulas de EMRC e, até, faz chacota daqueles que pedem e frequentam essas aulas?
Quem não quer a preparação para o Sacramento, não deve querer a celebração.
2. Quem não revela desejo de conhecer e amar cada vez mais Cristo e a sua Igreja não pode, nem deve, nem precisa de ser crismado.
O Sacramento da Confirmação destina-se a aprofundar as raízes da nossa comunhão com Cristo e com a Igreja, fortalecendo assim a nossa vida baptismal. De modo que a prática da Oração e a experiência vivida do Sacramento da Reconciliação, a par da fidelidade à Eucaristia, são meios indispensáveis ao crescimento interior do discípulo. Quem dispensa estes meios, recusando-se mesmo a procurá-los, deverá também dispensar a Confirmação.
3. Quem não participa habitualmente na Eucaristia Dominical não pode, não deve, nem precisa de ser crismado.
De facto, a Confirmação destina-se a reforçar os laços da nossa comunhão com a Igreja. Se esses laços são quebrados constantemente pela ausência na celebração da Eucaristia (que é o sacramento por excelência da comunhão com Cristo e com a Igreja), não faz sentido ser crismado. Uma vez que se trata de «confirmar» a fé do Baptismo, que fé é esta que queremos afinal confirmar?
4. Quem não se quer comprometer com a Comunidade Paroquial não pode, não deve, nem precisa de ser crismado.
Ao ser crismado, o cristão assume, de modo pessoal e público, diante do Bispo, Cabeça Visível da Igreja, o seu desejo de se inserir e comprometer com a comunidade cristã, de que já faz parte, pelo Baptismo. Se a comunidade «nada me diz», se os seus projetos e serviços não me interessam, então é melhor adiar a celebração do Crisma. Quem não tem a mínima ideia do serviço que pode e quer prestar, deve adiar a celebração deste sacramento.
5. Quem não quer dar testemunho de Cristo, no seu meio e no seu mundo, não pode, não deve, nem precisa de ser crismado.
O Espírito Santo é dado em ordem ao testemunho, através de uma vida vivida segundo o Espírito, segundo os critérios do evangelho, segundo os valores do alto. Quem vive à sua maneira, guiado pelos instintos da carne, pelo apetite pessoal, pelo interesse próprio… não precisa do Espírito Santo para nada.

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Bênção das Grávidas

18/12/2018

No passado domingo 16 de dezembro, este ano celebrando o III domingo do Advento, doze mulheres grávidas acompanhadas pelos seus familiares participaram na celebração eucarística das 12h00, na Igreja Matriz de Esposende, para receber a bênção das grávidas. De diferentes paróquias da Unidade Pastoral Centro/Sul e também de outras paróquias não pertencentes à mesma, as mulheres grávidas aceitaram o convite dirigido pelos párocos para mostrarem que aguardam com sentimentos de Fé e Esperança o tempo de dar à luz, colaborando na obra da Criação de Deus.

Bênção das Grávidas

10/12/2018

Tal como nos últimos anos, teremos no próximo domingo, dia 16 de dezembro, a Bênção das Grávidas na eucaristia das 12h00, na Igreja Matriz de Esposende.
Esta bênção estende-se a todas as paróquias da Unidade Pastoral, estando aberta a todas as grávidas que queiram aparecer, mesmo não pertencendo à Unidade Pastoral.
Agradecemos que as Mulheres Grávidas que contam receber esta bênção e que ainda não se inscreveram que o façam até quinta-feira, dia 13 de dezembro, para podermos reservar os lugares e prepararmos uma pequena recordação que gostamos de oferecer.

Avé Maria – Imaculada Conceição

08/12/2018

Ó Maria Santíssima, Virgem Imaculada desde a conceição, intercede por nós, intercede por toda a Igreja, intercede pela humanidade: que lutemos contra o pecado, do qual tu foste preservada desde o primeiro momento da tua existência, ó Cheia de Graça! Que a força de Cristo Salvador, que não deixou que o pecado te atingisse, não deixe que o pecado nos vença! Ó Alegria do mundo, Estrela da manhã, nenhuma outra como tu nos guia! És o braço do Deus Forte que nos salva, ó Virgem Maria! És um Raio de luz lançado às trevas, para aquecer a nossa terra fria! Imensa Aurora, a Vida em vós se encerra, Virgem Maria! Só o trono de Deus é mais sublime que o teu trono, à luz do eterno Dia!

Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!

Movimentos da Arquidiocese convocados para vigília do Cristo Rei – Arquivo – Notícias – Arquidiocese de Braga

20/11/2018

Fonte: Movimentos da Arquidiocese convocados para vigília do Cristo Rei – Arquivo – Notícias – Arquidiocese de Braga

Dia de Todos os Santos

01/11/2018

Dia de Todos os Santos é comemorado anualmente no dia 1 de novembro em honra todos os santos conhecidos e desconhecidos, mártires e cristãos heroicos celebrados ao longo do ano.

Neste dia é também celebrado (por antecipação) o dia dos Fiéis Defuntos, que se celebra a 2 de novembro.

Origem da Celebração

A origem do festa remonta ao século II, quando os cristãos começaram a honrar os que tinham sido perseguidos e martirizados por causa da sua fé.

Foi o Papa Gregório III que no século VIII dedicou uma capela em Roma a todos as pessoas que tinham vivido uma existência de acordo com o Evangelho e por isso eram consideradas santas. Ele também ordenou que a solenidade fosse celebrada a 1 de novembro.

Tradições do Dia de Todos os Santos

Este dia é dedicado a homenagear todos os que já partiram. Por norma, as famílias portuguesas enfeitam as campas dos seus familiares nos cemitérios e ao longo do dia 1 de novembro visitam os cemitérios para deixar ramos e velas nas lápides. Antes da visita ao cemitério, realizam-se missas nas paróquias e em seguida, faz-se uma procissão até ao cemitério.

Feriado de Todos os Santos

O Dia de Todos os Santos é um feriado nacional. Porém, este dia deixou de ser um feriado nacional em 2013, mas o Governo retomou em 2016 o feriado do Dia de Todos os Santos, por acordo com Santa Sé.

Na Revista Sábado podemos ler o artigo “Como se começou a celebrar o Dia de Todos os Santos“.

Novo Ano Pastoral com novos horários ao domingo

03/10/2018

 

Ser comunidade missionária é a meta principal a que a Arquidiocese se propõe neste Ano Pastoral. Completámos um quinquénio dedicado à identidade cristã e agora habitamos o coração de um triénio pastoral que nos fará tocar a esperança. É um caminho de enorme responsabilidade que ganha forma através do silêncio, obras, persistência e confiança. Queremos, por isso, despertar a esperança tanto nas nossas vidas como nas comunidades cristãs e na sociedade em geral.

Este Programa Pastoral é fruto de um longo tempo de maturação nos diversos Conselhos: Pastoral, Presbiteral e Arciprestal. Tal empenho permitiu que agora todas as comunidades paroquiais programem as suas actividades com solidez e espírito de unidade. A abertura do Ano Pastoral é, por isso, e antes de mais, um sinal concreto de unidade na Arquidiocese mas também um estímulo a que a temática da missão abrace todas as iniciativas das comunidades, departamentos e movimentos.

A sintonia de espírito é aquilo que dá força à identidade de um Programa Arquidiocesano. Estamos certos que, porventura, cada comunidade teria a capacidade e a criatividade para enveredar por outros caminhos igualmente legítimos. Mesmo reconhecendo essa possibilidade, a dispersão pastoral seria sempre vista pelos cristãos como um inequívoco contra-testemunho eclesial. Para além disso, acolher e concretizar a nível local um programa diocesano não belisca em nada a identidade pastoral de cada paróquia e movimento. Antes pelo contrário. É necessária uma diversidade de iniciativas que traduza a riqueza e a criatividade da inspiração divina.

No ano passado deixamo-nos guiar pela responsabilidade de semear a esperança. Este ano queremos “ser esperança” e tecer comunidades acolhedoras e missionárias. É, por isso, importante concretizar os desafios pastorais apresentados no Programa, sobretudo os seis aspectos elencados na dinâmica Pascal, a passagem da morte à vida. Cada um deles é um tesouro e um estímulo à diversidade pastoral das paróquias e movimentos.

Em Conselho de Arciprestes ficou decido que a abertura do Ano Pastoral deveria acontecer em todas as paróquias no primeiro Domingo de Outubro. Convido, neste sentido, todas as comunidades a acolherem com alegria as exigências deste Programa e a assinalarem convenientemente o arranque do Ano Pastoral.

S. Martinho de Dume, padroeiro secundário da Arquidiocese, renovou a vida da diocese em tempos considerados “novos”, evangelizando sobretudo os suevos. Hoje temos também um mundo novo que não permite que nos instalemos nas coisas do passado. Celebremos o Dia da Diocese com a consciência da missão que Deus confia a cada um.

† Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz